Domingo, 31 de Janeiro de 2010

COISAS MINHAS

Eu até nem sou gulosa mas não resisto a um bom chocolate. E este fim-de-semana já esgotei o stock .

 

 

 

Já são horas de dormir!!!

Boa semana para todos.

 

amarelejando às 23:55
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Sábado, 30 de Janeiro de 2010

FOREVER AND .....

amarelejando às 19:35
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Sexta-feira, 29 de Janeiro de 2010

TRADIÇÃO SECULAR

 

 

Uma ode ao porco preto de montado. Daqueles a sério, alimentados a bolota e criados, livres, entre chaparros!
 
Com a chegada dos grandes frios, chega também a época da matança do porco no nosso Alentejo.
Antes do advento das arcas frigoríficas, frio, salga e fumeiro eram os únicos factores de conservação de uma carne que tinha de dar para um ano inteiro, desempenhando um papel essencial no sustento (na mantença) das famílias rurais.
Não admira por isso que os ciclos da matança tenham ganho contornos de festa, marcados por momentos de convívio, com rituais próprios e gastronomia adequada.
A tradição já não é o que era, mesmo assim pode dizer-se que a festa começa de véspera, já que os preparativos também são festa.
De entre os convivas escolhem-se aqueles que irão apanhar o bicho que de véspera foi separado, tendo este jejuado até à manhã fatídica.
Conhecido de Norte a Sul do País, o método para abater o porco (esta parte dispenso), passemos adiante os pormenores mais sangrentos do sacrifício, mas recorde-se que o sangue é aparado para um alguidar, agitando-se até arrefecer para evitar que solidifique, embora haja quem lhe junte vinagre, vinho tinto ou sal com o mesmo objectivo. Servirá posteriormente para temperar os chouriços.
Durante a queima, limpeza e raspagem, vão-se aceitando apostas relativas ao hipotético peso do animal, cujo vencedor, se orgulha do olho que tem para estas coisas.
 
 
 
Já são horas de matar o outro bicho, que por estas bandas se afoga com copinhos de vinho licoroso e bolinhos caseiros servidos pela dona da casa. Com parte do sangue que se “apara” do porco costuma também ser confeccionado um petisco com o sangue cozido e temperado com bastante cebola, laranja e coentros, que é servido durante a manhã.
A operação de abertura do porco é sempre um momento de alguma precisão, Se queres ver o teu corpo, abre um porco” diz um dos convivas, referindo-se ao provérbio que dá conta das semelhanças viscerais entre um e outro animal.
No porco tudo se aproveita, é chegada a altura de retirar as tripas, operação esta que requer alguma atenção de modo a que nenhuma se rebente. Depois de depositadas em grandes alguidares, serão posteriormente lavadas pelas mulheres da casa, de preferência numa ribeira ou barranco que leve corrente, para que depois sejam cheias com a carne do alguidar que resultará nos mais diversos tipos de enchidos que se hão-de curar suspensos em varapaus no fumeiro da enorme chaminé tradicional.
 
 
 
As “alandias” e as febras são assadas no lume entretanto preparado. Aproxima-se a hora do almoço. Com ela vem também a confraternização, razão senão principal, pelo menos importante, pela qual foi sacrificado o bicho. Quando era pequena os homens comiam as febras e davam-nos o rabo do porco para assar, era uma brincadeira que nos deixava bastante aborrecidos.
Mais uma especialidade, ao almoço serve-se a “SurraBurra”, um prato preparado com o fígado o “bofe” do porco, temperado com alho, cebola o sangue do porco e algumas especiarias.
Durante a tarde preparam-se as carnes que são colocadas em alguidares de barro e temperadas para mais tarde fazer os enchidos.
“Amanha-se” o presunto que no dia seguinte, é introduzido em sal (10 kg aprox.), sendo-lhe colocada por cima uma tábua sobre a qual se põem pedras grandes. Fica assim 30 dias. Depois é ligeiramente fumado, para se conservar, é barrado com uma massa feita de colorau, massa de pimentão e azeite e introduzido numa talega de pano e só se come no ano seguinte.
 

Este é um ritual que se repete ano após ano por esses montes e aldeias fora, que apesar das ligeiras introduções técnicas, se tem mantido inalterável ao implacável relógio do tempo. 

 

amarelejando às 00:01
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Quarta-feira, 27 de Janeiro de 2010

A EVOLUÇÃO DA MATEMÁTICA

"Mãe hoje aprendi as contas em pé do vai um"

????????????????

Ok.

amarelejando às 19:12
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Terça-feira, 26 de Janeiro de 2010

A CAMINHO DA ÁFRICA DO SUL

 

O nosso conterrâneo António Manuel Senrada Martins, mais conhecido pela alcunha de "Cabrinha" acaba de ser seleccionado para protagonizar o próximo anúncio da "Compal Ameixas".

 

Não é nenhuma partida de Carnaval garanto-vos!!

 

A empresa de casting "NetCast", procurava pessoas com um "look" de quem trabalha no campo e de preferência com bastante pronuncia alentejana. O primeiro casting foi feito na Junta de Freguesia, e a empresa mostrou logo interesse, o papel assentava-lhe que nem uma luva.

 

Garantidos já, estão um cachet de 2.000,00€ e uma viagem à Africa do Sul, ("A viagem da minha vida" garante o próprio), onde será gravado o anúncio.

 

Agora resta-nos desejar ao vencedor os maiores sucessos e aguardar que o anúncio comece a ser exibido nas TV's.

 

O "Cabrinha" vai ficar famoso.

 

ESTE É O ANUNCIO DO COMPAL GOIABA

 

amarelejando às 21:28
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Segunda-feira, 25 de Janeiro de 2010

POETAS DA MINHA TERRA - III

 

MOTE
No ajunte desta pedra
Bastante temos penado
tem que haver uma reserva
Que o carro do Borrega é o mais largo
 
O amigo Chico Guilherme
Tem ali um belo macho
Às vezes também se perde
Devia puxar mais baixo
Por causa destas ladeiras
Ele já nem sequer medra
Mas fica mais perto a eira
No ajunte desta pedra
 
Também anda lá o Tatita
É um belo rapazinho
Em parte nenhuma fica
Porque tem um bom machinho
Quando se põe a andar
Parece que está parado
Ninguém lhe passa para a frente
Bastante temos penado
 
O amigo António Valente
Esse é um rapaz sério
Tem-se defendido sempre
Com aquele macho velho
Quando se põe a carregar
Não olha se não para a erva
P’rá noite a ir a pregar
Mas tem que haver uma reserva
 
Também lá anda o Zé Rita
Com duas mulas pequenas
Vamos correndo esta fita
Passam-se boas faenas
Também te um belo carro
Com todos os seus encargos
Mas não se pode comparar
Com o do Borrega que é o mais largo
 
Autor: José Rita
amarelejando às 22:02
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Quinta-feira, 21 de Janeiro de 2010

SEMANA DA COMUNIDADE EDUCATIVA 2010

Veja Aqui o Programa

amarelejando às 23:19
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Segunda-feira, 18 de Janeiro de 2010

POETAS DA MINHA TERRA - II

MOTE

Fui ao quartel dos bombeiros
A um doutor dos ouvidos
Só a levar o dinheiro
É tudo passos perdidos
 
I
Há médicos portugueses
Alérgicos à consciência
Uma consulta com urgência
Mandaram-me esperar três meses
Acontece muitas vezes
Aos doentes segundeiros
Se quiser ser dos primeiros
Vai a um particular
Eu não podia esperar
Fui ao quartel dos bombeiros
 
II
Gabam a doutora Angelina
Médica na Cruz Vermelha
É ela que nos aconselha
E os tratamentos destina
Pelos calores parafina
Os tratamentos devidos
Sejam ou não preferidos
Ela é quem vai decidir
E foi ela que me mandou ir
A um doutor dos ouvidos
 
III
Mesmo no dia marcado
Fui ao doutor em pessoa
Disse eu que se fosse em Lisboa
Era melhor consultado
O consultório mal equipado
Aparelhagem nem o cheiro
Tinha na secretário um cinzeiro
Símbolo de fumador
Lá vamos nós ao doutor
Só levar o dinheiro
 
IV
É um doutor paciente
Mostra ser muito educado
Só que não está preparado
Para consultar um doente
Pôs-se a escrever lentamente
Vários papéis destruídos
E não foram resolvidos
Os meus assuntos pessoais
A não ser nos hospitais
É tudo passos perdidos
 
Autor: Baltazar Carneirinho 
amarelejando às 21:52
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Quinta-feira, 14 de Janeiro de 2010

HISTÓRIA DO ENSINO NA FREGUESIA DE AMARELEJA

 

Apurou o Padre Lobato que, tanto quanto se sabia, a primeira pessoa que aqui se dedicou a ensinar crianças foi Agostinho Freire, indivíduo ligado, por uma sua tia, aos Távora, que aqui tinham propriedades, e por cá teria ficado depois do aniquilamento dessa família por Pombal. Teria criado uma pequena escola para ganhar a vida e exerceu também o lugar de escrivão na Confraria do Santíssimo Sacramento nos primeiros anos do séc. XIX. Em 1863, ainda segundo o autor, lia-se nas actas da Junta de Paróquia que a mesma, convocada pelo comissário de estudos do distrito, Francisco da Cunha Rego, lhe sugeriu tomasse em consideração o Ofício Circular de 30 de Junho desse ano. Nos termos do mesmo, deveria a Junta pronunciar-se sobre o interesse em criar aqui o ensino primário para o sexo feminino, instalações, mobiliário e utensílios. Queria a Coroa difundir pelo país o ensino primário, mas estando os cofres públicos vazios, solicitava que a junta e particulares auxiliassem o Governo e fornecessem ainda material para as escolas.
 
Deliberou a Junta que:
 
-Considerava da maior urgência e necessidade a criação do ensino para o sexo feminino;
-Dada a população da freguesia, o mesmo poderia servir mais de 60 alunas;
Fornecia casa, mobília e utensílios;
-Fornecia, para a escola, do sexo masculino o mesmo, pagando também a renda da casa;
-Daria ainda uma verba, específica, para pagamento de livros e demais necessidades para as escolas dos dois sexos. Para fazer face a esta sobrecarga do erário local, propôs o Regedor da Paróquia que se aumentasse cem porcos ao número dos já orçados a admitir no logradouro comum para o aproveitamento da bolota. Daqui se esperava uma receita suplementar, superior a 50.000 réis.
 
Em 1865 a Junta deu mais um passo para a concretização, com uma dotação de 14.400 réis e mobília, começando a escola feminina pouco depois.
 
Em 1867 verificavam-se dificuldades a escola necessitava de mais material e melhoramentos e a frequência era reduzida. Solicitou-se então à inspecção o fornecimento de mais livros e outro material didáctico, mobília e diversos.
 
No ano seguinte e com a aprovação superior, trataram a Junta e o Regedor da empreitada para a construção de um edifício escolar, tendo a mesma disponibilizado 530.650 réis. Deu-se assim o primeiro passo para aquela que serviu de escola feminina até há poucas décadas, conhecida por Escola Régia. Em 1874 e 1875, e com o apoio da Câmara decidiu-se a construção, a criação de um curso nocturno para adultos e a nomeação de uma comissão para acompanhar a questão do ensino na aldeia.
 
 
 
A partir de 1878, data em que a legislação tornou obrigatório o ensino, ficou o processo mais facilitado. O primeiro professor oficial, Agostinho Aresta Jorge era da terra e supõe-se que já leccionava em 1867. Os professores oficiais que se lhe seguiram eram também daqui embora continuasse a haver escolas particulares, as chamadas “escolas de paga”. (….)
 
Em 1931, como já se assinalou, apelava a Junta para a necessidade de mais professores e salas de aula, carência essa que privava de instrução cerca de 400 crianças. Nesse ano a frequência escolar oficial era de 250 alunos, havendo 4 professores. No ensino particular eram 3 os professores e 150 alunos. O recenseamento escolar obrigatório, já previsto na legislação de 1878 acusava, na altura 435 rapazes e 353 raparigas, pelo que , devido às carências anotadas, ficavam d fora “da luz benéfica da instrução” 388 crianças. (….)
 
Em 8 de Setembro de 1951, as novas eram igualmente boas:
“Pela Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais – Delegação das Obras de Construção de Escolas Primárias – acaba de ser concluído um edifício escolar de quatro salas, na importante freguesia de Amareleja – do plano dos Centenários – Será custeado em partes iguais pelo Ministério das Obras públicas e pela Câmara Municipal de Moura.
É provável que já possa funcionar no inicio do ano escolar, em Outubro (….) ”
 
Em 1 de Fevereiro de 1954, numa reunião em Amareleja, com a presença de entidades oficiais e gentes da terra, decidiu-se criar uma cantina escolar.
 
Em 1 de Agosto de 1959 A Planície informava que tinha sido concedida autorização do Ministro da Educação para que se realizassem os primeiros exames da 4.ª classe, na freguesia de Amareleja, permitindo assim que muitas crianças oriundas de famílias pobres pudessem concluir o ensino primário
 
Fonte: Amareleja Aspectos Históricos de Norberto Franco.
 
 

Contava-me o meu avô no outro dia que não concluiu a 4.ª classe precisamente por esse motivo. O exame era feito em Moura, na altura os pais não tinham posses para pagar as despesas da viagem, e mesmo sendo um excelente aluno não pode concluir o ensino primário porque faltou ao exame final.

amarelejando às 22:30
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Quarta-feira, 13 de Janeiro de 2010

E HOJE, MAIS CHUVA

Rio Ardila

 

Albufeira - Arrochais

 

Baldio das Ferrarias - Caminho

 

Baldio das Ferrarias - Barranco das Correntinhas

 

amarelejando às 23:11
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Terça-feira, 12 de Janeiro de 2010

CHUVA CHUVA CHUVA

Bem meus amigos se isto não pára a "nossa" Amareleja ainda fica submersa.  E o meu maior problema é que nem sei nadar....

 

Amanhã vou tentar recolher algumas fotos para vos mostrar.

 

E com esta chuva toda a Barragem de Alqueva já atingiu a cota máxima: 151.90

 

 

Para animar a malta deixo este video super divertido das "Weather Girls"

 

 

amarelejando às 22:06
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Segunda-feira, 11 de Janeiro de 2010

POETAS DA MINHA TERRA - I

Este é o primeiro post de uma colecção que espero vir aqui publicar, e a que resolvi chamar "Poetas da Minha Terra". 

 

Reunir o máximo de poemas e versos, alguns já conhcidos e editados, outros ineditos que me vão chegando pelas mãos dos autores ou dos seus familiares. 

 

Dar voz aos poetas da minha terra, que em verso vão contando as suas alegrias e tristezas, as suas esperanças e os seus desalentos. Versejam a sua história, transmitindo-a na maior parte das vezes de boca em boca.

 

Preservar esse património que afinal relata a nossa história e é de todos nós. 

 

São estes so meus objectivos. 

 

 

MOTE

As mulheres da rua de baixo
Até custa a acreditar
Compram pão na padaria
Já não querem amassar
 
I
Eu não sei porque razão
O mulherio embirrou
E num conselho se juntou
Para uma explicação
Até que foi a aprovação
O que faria melhor tacho
E todas juntas em cacho
Prontamente concordaram
E assim se combinaram
As mulheres da rua de baixo
 
II
Ora o que tem a ver
Esse cacho lá no monte
Eu já sei de boa fonte
Tudo pode acontecer
E todos vós podem crer
É o que tem de se dar
Não se devem admirar
Nem estejam arreliadas
Isso são horas minguadas
Até custa a acreditar
 
III
Não deixem o amassilho
.....................................
Como diz o velho rifão
Sigam sempre este trilho
Se não arranjam sarilho
Para a sua economia
Mas andam todos à ...
Ainda para maior desgraça
Agora nenhuma amassa
Compram pão na padaria
 
IV
O meu conselho aqui deixo
Façam lá à sua vontade
Eu não sei se é verdade
O que se passou nos Aleixos
Por isso eu não me queixo
E nem tenho que duvidar
Mas se já partiram o alguidar
E quebraram a peneira
Assim dessa maneira
Já não querem amassar.
 
Autor: Mestre Parola

 

amarelejando às 21:13
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Quarta-feira, 6 de Janeiro de 2010

O QUASE



"Ainda pior que a convicção do não, e a incerteza do talvez, é a desilusão de um quase"

amarelejando às 17:44
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Terça-feira, 5 de Janeiro de 2010

E ASSIM SE CANTARAM AS JANEIRAS

Nota muito importante: Peço desculpa pela má qualidade do filme, foi capturado com uma máquina fotográfica.

 

Mesmo assim acho que vale a pena ouvir, pena é que mais pessoas não tenham assistido ao vivo, valeu mesmo a pena, as vozes destes homens até arrepiam.

 

Eu gostei...

amarelejando às 22:32
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SAUDADES ...

amarelejando às 00:56
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Segunda-feira, 4 de Janeiro de 2010

NO DIA 5 VAMOS CANTAR OS REIS E AS JANEIRAS

As Janeiras e os Reis  continuam a entoar nas noites escuras de Inverno, em Amareleja as janeiras cantam-se na noite de Reis. A troco de moedas que são repartidas no final entre os cantores, entoam canções religiosas e populares por toda a vila. Era costume em algumas casas ter-se a mesa posta à espera  dos cantadores que ao chegarem petiscavam e bebiam um copinho para aquecerem a voz, e assim continuavam de casa em casa até às tantas da manhã.

 

Amanhã dia 5 de Janeiro o Grupo Coral da Sociedade Recreativa Amarelejense, numa iniciativa apoiada pela Junta de Freguesia vai sair à rua para cantar os Reis e as Janeiras, ficam assim convidados todos os que quiserem participar nesta bonita iniciativa. 

 

 

E assim se cantam em Amareleja as Janeiras e os Reis:

 

 

As janeiras

 

À porta d'uma Alma Santa

Bate um deus a toda a hora

Alma Santa respondeu

Ó meu Deus que quereis agora

Quero te a ti Alma Santa

Lá para o reino da Glória

Ó meu Deus

 

 

 

Os Reis

 

Vimos a cantar os reis

À porta de um lavrador

Que tem a mulher bonita

E a filha como uma flor

 

Estas casa estão caiadas

Por dentro e por fora não

Os senhores que lá estão dentro

Estão ganhando a salvação

 

E daqui a tantas léguas

Arrimada a um pauzinho

Vimos aqui a esta casa

Que nos dê um chouricinho

 

E daqui a tantas léguas

Arrimada a um bordão

Vimos aqui a esta casa

Que nos dê um bom gimão

 

Arregota, arregota

Se não me dás esmola

Cago-te à porta

 

amarelejando às 23:54
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UMA ESCAPADINHA ATÉ AO OESTE

Um final de Ano para recarregar baterias.

 

 

 

 

amarelejando às 23:50
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