Terça-feira, 28 de Setembro de 2010

1.º RAID BTT AMARELEJA - II

Mais fotografias do 1.º Raid BTT Amareleja, desta vez enviadas pela amiga Sandra Frade. Obrigado Sandra

 

 

amarelejando às 18:20
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FOTOGRAFANDO O NOSSO ALENTEJO

 

 

 

Amareleja, Arrochais de Vale Navarro, Setembro de 2010

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Segunda-feira, 27 de Setembro de 2010

1.º RAID BTT AMARELEJA

Pois é, parece que fui enganada.

 

"Aquilo não custa nada, é só um passeio  blá blá blá.... blá blá blá"

 

Meus senhores não vos digo nem vos conto, iam acabando comigo, 25km, sim leram bem 25km de "barrêras" e "precepícios", e só com direito a umas breves paragens, tão breves que nem dava tempo para respirar, a paisagem até era bonita, mas nem nos deram tempo para a apreciar. Mas eu não desisti, que eu não sou cá mulher de desisir de nada, era só o que faltava!!!

 

Cheguei em último, mas consegui atingir o objectivo traçado "chegar ao fim".

 

Bem pelo menos a história do "pic-nic" quero dizer "abastecimento"era verdade, e as mocinhas que lá tavam eram tão simpáticas, tão simpáticas, foi a sorte, se não, não sei se teria aguentado.

 

Ahhh já me esquecia, também quero agradecer ao Quim "carro vassoura", que me apoiou nos momentos mais dificieis e ao senhor Zé e ao Luís que me empurrava nas subidas mais íngremes e a todas as colegas que esperavam por mim para eu não ficar sozinha, enfim sem eles não teria conseguido!! 

 

As fotos, bem as fotos foi o que consegui arranjar, dadas as circustâncias até não estão muito más, mas há mais aqui e aqui

  

Já devem ter percebido que estou  brincar!!!! Correu lindamente, parabéns à organização, a culpa é mesmo minha, tenho andado a faltar aos treinos, pró ano já não me enganam, começo a treinar dois ou três meses antes.

 

 

 

 

 

amarelejando às 23:55
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Domingo, 26 de Setembro de 2010

PORMENORES III

 

Eu Sou do Tamanho do que Vejo

 

Da minha aldeia vejo quanto da terra se pode ver no Universo...
Por isso a minha aldeia é tão grande como outra terra qualquer
Porque eu sou do tamanho do que vejo
E não, do tamanho da minha altura...
Nas cidades a vida é mais pequena
Que aqui na minha casa no cimo deste outeiro.

Na cidade as grandes casas fecham a vista à chave,
Escondem o horizonte, empurram o nosso olhar para longe de todo o céu,
Tornam-nos pequenos porque nos tiram o que os nossos olhos nos podem dar,
E tornam-nos pobres porque a nossa única riqueza é ver.

Alberto Caeiro, in "O Guardador de Rebanhos - Poema VII"
Heterónimo de Fernando Pessoa

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amarelejando às 08:00
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160 MAIS UM

Sim mais um, porque também vou participar e ainda não estou inscrita.

 

In Rádio Pax

 

160 inscritos participam no 1º Raid de Amareleja

 

A Associação Cultural e Artística 4 Esquinas organiza hoje o 1º Raid de BTT naquela localidade.

Os percursos vão passar pela freguesia da Póvoa de São Miguel, pelos caminhos de Amareleja e pela maior central fotovoltaica do mundo, “o ponto mais engraçado da freguesia”, explica um dos organizadores. Humberto Caro adianta que a iniciativa já tem 160 participantes inscritos “dos dez aos 60 anos”, mas o objectivo é “contar com muitos mais”.

Para o grupo, “era muito engraçado que o primeiro raid fosse logo com muitas pessoas”. O convívio, aliado à prática desportiva, são os objectivos do encontro, explica Humberto Caro.

amarelejando às 01:21
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Sábado, 25 de Setembro de 2010

POESIA POPULAR

TRIUNVIRATO

 

I

 

Pai quem é aquela

No coreto da praça

Com saia rodada

Espingarda de caça?

 

A senhora Política

Falando ao povinho

Que nunca a entende

E só bebe vinho

 

Por que veste assim

E vem de espingarda

Tem pregas tão fundas

Em saia tão parda?

 

Cada prega um partido

Todos vêm à caça

Trá-la às vessas

Para ver se passa

 

No direito é listada

Pra todos os gostos

Conforme ideais

Classes e postos

 

Do avesso é igual

Porque todos lá estão

É aliança táctica

Ou coligação

 

As pregas são fundas

Segundo a manha

Por isso em balão

De roda tamanha

 

Ninguém a percebe

Na lamúria gritada

A todos promete

Mas nunca deu nada

 

Meu povo! Meu povo!

Diz essa verdade

É dela inteiro

Eis a «igualdade»

 

 

II

 

Pai quem é aquela

No adro da igreja

Com a cruz na mão

Faz gestos pragueja?

 

A Senhora Religião

Falando ao povinho

Que não a entende

E quer ser santinho

 

Por que veste de negro

Tem a cruz na mão

Faz gestos pragueja

E diz «meu irmão»?

 

Ela veste de negro

Pois trabalho no escuro

Quanto menos se veja

Maior o seguro

 

Tem a cruz na mão

Só pra disfarçar

Pois tem os punhais

Atrás do altar

 

Ela não pragueja

Mas fala latim

Só na excomunhão

Faz cara ruim

 

Não se sabe onde

Diz ter um inferno

E quem se lhe opõe

Ir pró fogo eterno

 

A troco de um céu

Que não diz onde está

Explora o povinho

Mas nada lhe dá

 

Meus fiéis! Meus fiéis!

A verdade que diz

Porque o povo é fiel

Por isso infeliz

 

 

III

 

Pai quem é aquele

Vestindo elegante

Vem de automóvel

Com altifalante

 

É o Senhor Aldrabão

Falando ao povinho

Que não se apercebe

Do falso caminho

 

Tem ares de importância

Vestindo elegante

E fala no que for

Mesmo ignorante

 

No seu porte altivo

Parece eminência

Tudo compra e vende

Até consciência

 

Com altifalante

Chama a atenção

Faz-se ouvir longe

Nem parece ladrão

 

Só de automóvel

Vai a todo o lado

Um ladrão diferente

Bem acomodado

 

Está mui protegido

Tem leis a favor

Compra sua honra

Guarda e doutor

 

Com aquelas damas

Faz triunvirato

Tiram pão ao povo

Comem num só prato

 

A povo diz «Senhor!»

A única verdade

Merece senhoria

A honestidade

 

 

IV

 

Pai quem é aquele

Com a cabeça inchada

Nu e magrinho

Que nunca diz nada?

 

Esse é o povinho

De vida arrastada

Que houve charlatões

Ao largar a enxada

 

Porque vem nu magrinho

Tem a cabeça inchada

Escuta charlatões

E nunca diz nada?

 

Está nu magrinho

Pois tiraram-lhe tudo

A troco de mentiras

E ele ficou mudo

 

Tem a cabeça inchada

Pela confusão

Porque onde chega

Só houve aldrabão

 

Parece ser mudi

Pois vai oprimido

Mandam-no calar

Ao primeiro gemido

 

Não tem liberdades

São desses Senhores

Que mesmo charlatões

Alguns são doutores

 

Deixa que o mandem

Sente-se inferior

Ele mesmo a si

Não se dá valor

 

É tão desgraçado

Que nem se revolta

Da opressão miséria

Que sente à volta

 

Dão-lhe duas coisas

De resto mais nada

Por vezes favor

O vinho e enxada

 

 

V

 

Obrigado meu pai

Pela explicação

Eu quero ser povo

Odeio charlatão

 

Mas povo diferente

Vestido com pão

E se a cabeça inchar

Seja a revolução

 

Domingos Fialho Barreto

In "Rescaldos do Vinte Cinco de Abril" Poesias

 

Na nota introdutória o autor refere que o livro ficou concluido em 1978 mas o tema continua bem actual.

 

amarelejando às 17:11
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Quinta-feira, 23 de Setembro de 2010

CÉU DE OUTONO

 

 

Hoje por volta das 8 horas da noite este pôr do sol magnifico, podia observar-se da minha varanda. Pena as antenas de televisão estragarem a beleza do cenário, no meio do casario é quase impossível obter uma fotografia sem que os malditos cabos e as inestéticas antenas se atravessem pelo caminho.

amarelejando às 21:54
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Quarta-feira, 22 de Setembro de 2010

ASSIM SE COME N'AMARELEJA

Carne de Porco à Alentejana

Ingredientes: 1 Kg de Carne de porco do lombo; 3 C. sopa de massa de pimentão; 6 dentes de alho; 1 Kg de Amêijoas; 1 ramo de coentros; azeite qb.

 

 

Preparação: Corta-se a carne aos quadradinhos e tempera-se de véspera com a massa de pimentão. Num tacho coloca-se o azeite e a carne temperada, acrescentam-se os alhos esmagados sem retirar a pele e deixa-se cozer em lume brando e com o tacho tapado para não queimar. Quando a carne estiver quase cozida acrescentam-se as amêijoas . Antes de servir tempera-se com os coentros frescos picados.

 

Nota:  Acompanha com batas fritas.

amarelejando às 21:59
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COPIADO DESCARADAMENTE

Daqui

 

 

O lixo e a sua reciclagem são um do nossos maiores problemas!!

amarelejando às 21:32
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Terça-feira, 21 de Setembro de 2010

TOCA A PEDALAR

aqui tinha divulgado este evento, é já no próximo Domingo dia 26, não falte.

 

 

 

Mais informações aqui, no site Amareleja BTT

 

amarelejando às 20:31
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Segunda-feira, 20 de Setembro de 2010

PORMENORES II

 

 

Os Captivos

 

Encostados às grades da prisão,
Olham o céu os palidos captivos.
Já com raios obliquos, fugitivos,
Despede o sol um ultimo clarão.

Entre sombras, no longe, vagamente,
Morrem as vozes na extensão saudosa.
Cae do espaço, pesada, silenciosa,
A tristeza das cousas, lentamente.

E os captivos suspiram. Bandos de aves
Passam velozes, passam apressados,
Como absortos em intimos cuidados,
Como absortos em pensamentos graves.

E dizem os captivos: Na amplidão
Jamais se extingue a eterna claridade...
A ave tem o vôo e a liberdade...
O homem tem os muros da prisão!

Aonde ides? qual é vossa jornada?
Á luz? á aurora? á immensidade? aonde?
— Porém o bando passa e mal responde: 
À noite, á escuridão, ao abysmo, ao nada! —

E os captivos suspiram. Surge o vento,
Surge e perpassa esquivo e inquieto,
Como quem traz algum pezar secreto,
Como quem soffre e cala algum tormento.

E dizem os captivos: Que tristezas,
Que segredos antigos, que desditas,
Caminheiro de estradas infinitas,
Te levam a gemer pelas devezas?

Tu que procuras? que visão sagrada
Te acena da solidão onde se esconde?
— Porém o vento passa e só responde:
A noite, a escuridão, o abysmo, o nada! —

E os captivos suspiram novamente.
Como antigos pezares mal extinctos,
Como vagos desejos indistinctos,
Surgem do escuro os astros, lentamente.

E fitam-se, em silencio indecifravel,
Contemplam-se de longe, mysteriosos,
Como quem tem segredos dolorosos,
Como quem ama e vive inconsolavel...

E dizem os captivos: Que problemas
Eternos, primitivos vos attrahem?
Que luz fitaes no centro d'onde saem
A flux, em jorro, as intuições supremas?

Por que esperaes? n'essa amplidão sagrada
Que soluções esplendidas se escondem?
— Porém os astros tristes só respondem:
A noite, a escuridão, o abysmo, o nada! —

Assim a noite passa. Rumorosos
Susurram os pinhaes meditativos,
Encostados ás grades, os captivos
Olham o céo e choram silenciosos.

Antero de Quental, in 'Sonetos'

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amarelejando às 23:10
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Sábado, 18 de Setembro de 2010

COISAS DE BLOGER

Não percebo, desde este post que é isto:

 

amarelejando às 17:23
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Quinta-feira, 16 de Setembro de 2010

PORMENORES I

 

 

A arte de ser feliz
 
"Houve um tempo em que minha janela se abria sobre uma cidade que parecia ser feita de giz. Perto da janela havia um pequeno jardim quase seco.

Era uma época de estiagem, de terra esfarelada, e o jardim parecia morto. Mas todas as manhãs vinha um pobre com um balde, e, em silêncio, ia atirando com a mão umas gotas de água sobre as plantas. Não era uma rega: era uma espécie de aspersão ritual, para que o jardim não morresse. E eu olhava para as plantas, para o homem, para as gotas de água que caíam de seus dedos magros e meu coração ficava completamente feliz.

Às vezes abro a janela e encontro o jasmineiro em flor. Outras vezes encontro nuvens espessas. Avisto crianças que vão para a escola. Pardais que pulam pelo muro. Gatos que abrem e fecham os olhos, sonhando com pardais. Borboletas brancas, duas a duas, como refletidas no espelho do ar. Marimbondos que sempre me parecem personagens de Lope de Vega. Ás vezes, um galo canta. Às vezes, um avião passa. Tudo está certo, no seu lugar, cumprindo o seu destino. E eu me sinto completamente feliz.

Mas, quando falo dessas pequenas felicidades certas, que estão diante de cada janela, uns dizem que essas coisas não existem, outros que só existem diante das minhas janelas, e outros, finalmente, que é preciso aprender a olhar, para poder vê-las assim. "

Cecília Meireles
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amarelejando às 08:00
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Quarta-feira, 15 de Setembro de 2010

E NO FINAL ...

O LOBO MAU CAIU PARA DENTRO DO CALDEIRÃO E OS TRÊS PORQUINHOS VIVERAM FELIZES PARA SEMPRE...

 

 

amarelejando às 22:04
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Segunda-feira, 13 de Setembro de 2010

SETEMBRO É MÊS DE ...

A próxima edição da Feira dos Tarraços e Feirinha dos Mais Novos é já no dia 18 de Setembro. Tem coisas lá em casa que já não usa e que ainda podem servir a outros? Então traga-as, para venda ou troca. Inscreva-se

 

amarelejando às 08:19
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Domingo, 12 de Setembro de 2010

E AMANHÃ...

é dia de regresso às aulas.

 

 

Preparam-se as mochilas, compram-se os materiais escolares e os livros, terminam-se os trabalhos de casa e parece que está tudo apostos para mais um ano. Cá em casa temos gentinha muiiiinto perguiçosa e com pouca vontade de começar, mas temos esperanças que este ano corra melhor do que aquele que passou, embora os resultados finais até nem tenham sido maus de todo, parece-nos que com um pouco mais de dedicação e um pouco menos de perguiça poderiam ter sido bem melhores. 

 

No meu tempo e já lá vão uns anitos a professor Lucia não facilitava, era muito exigente, mas ainda bem que assim era, hoje compreendo-a melhor e agradeço a sua dedicação, a sua paciência e o seu profissionalismo.

 

 

Resta-me então desejar a todos um excelente ano lectivo 2010/2011.

amarelejando às 16:00
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E POR FALAR EM PABLO NERUDA

Puedo escribir los versos más tristes esta noche.

Escribir, por ejemplo: «La noche está estrellada,
y tiritan, azules, los astros, a lo lejos».

El viento de la noche gira en el cielo y canta.

Puedo escribir los versos más tristes esta noche.
Yo la quise, y a veces ella también me quiso.

En las noches como ésta la tuve entre mis brazos.
La besé tantas veces bajo el cielo infinito.

Ella me quiso, a veces yo también la quería.
Cómo no haber amado sus grandes ojos fijos.

Puedo escribir los versos más tristes esta noche.
Pensar que no la tengo. Sentir que la he perdido.

Oír la noche inmensa, más inmensa sin ella.
Y el verso cae al alma como al pasto el rocío.

Qué importa que mi amor no pudiera guardarla.
La noche está estrellada y ella no está conmigo.

Eso es todo. A lo lejos alguien canta. A lo lejos.
Mi alma no se contenta con haberla perdido.

Como para acercarla mi mirada la busca.
Mi corazón la busca, y ella no está conmigo.

La misma noche que hace blanquear los mismos árboles.
Nosotros, los de entonces, ya no somos los mismos.

Ya no la quiero, es cierto, pero cuánto la quise.
Mi voz buscaba el viento para tocar su oído.

De otro. Será de otro. Como antes de mis besos.
Su voz, su cuerpo claro. Sus ojos infinitos.

Ya no la quiero, es cierto, pero tal vez la quiero.
Es tan corto el amor, y es tan largo el olvido.

Porque en noches como ésta la tuve entre mis brazos,
Mi alma no se contenta con haberla perdido.

Aunque éste sea el último dolor que ella me causa,
y éstos sean los últimos versos que yo le escribo.

 

 

 

 

 

 

Pablo Neruda, 1924

amarelejando às 02:20
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Sábado, 11 de Setembro de 2010

HOJE HÁ BAILE POPULAR

 

O video, um excerto do filme "O carteiro de Pablo Neruda" é apenas um extra. Um bonito extra....

amarelejando às 08:10
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Sexta-feira, 10 de Setembro de 2010

E SETEMBRO CHEGOU...

... e o Verão terminou e os dias começam a ficar mais curtos, será altura de regressar. Vem aí o Outono , com ele chegam os dias cinzentos, começam a cair as primeiras folhas das árvores, mais tarde será a vez da chegada da chuva e do frio e entretanto sou invadida por uma nostalgia e uma tristeza que não consigo explicar.

 

amarelejando às 21:41
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CEAI INFORMA

Mais informações aqui

amarelejando às 20:23
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